Investimento das instituições financeiras busca prevenir riscos e aumentar a segurança

Imagem: Pexels/ThisIsEngineering

A proposta da inteligência artificial visa facilitar as operações digitais com a captura de dados e validação eletrônica dos documentos

Neste exato momento, pelo menos um brasileiro sofre uma tentativa de golpe. Essa afirmação se refere ao levantamento realizado pela Serasa Experian que aponta que 326.290 brasileiros foram alvos de golpes apenas em fevereiro deste ano. O número equivale a uma tentativa de golpe a cada 7 segundos, e é 4,9% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior. 

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Entre os segmentos com maior tentativa de fraudes, os bancos e cartões são os alvos, com 81.739 tentativas, seguido das financeiras com 58.576, e o setor de serviços, com 58.122 golpes. Outro levantamento da PwC mostra que os prejuízos relacionados a fraudes de identidade, ou seja, quando alguém usa informações legítimas de outra pessoa, cresceram 80% em 2021, e causaram prejuízos equivalentes a US$ 24 bilhões. Ainda segundo a pesquisa, 83% das companhias vão investir ainda este ano em sistemas para garantir a identidade e a segurança dos clientes sem afetar sua experiência com o serviço.

Para Roberto Rigotto, fundador da Simply, fintech de automação digital dos processos de onboarding para operações como a abertura de contas-correntes, “Dentro desta tendência, a busca por soluções como as oferecidas pela Simply cresceram 20%. As instituições estão investindo na automação dos processos para melhor eficiência operacional, priorizando a segurança,  e prezando pela jornada do usuário”, conta o executivo.

A proposta da inteligência artificial visa facilitar as operações digitais com a captura de dados e validação eletrônica dos documentos, até a análise completa da proposta, de ponta a ponta. “A nossa Inteligência Artificial atua de maneira quase que instantânea. Independentemente do tipo de transação, as instituições têm conseguido se proteger das fraudes sem que isso gere desconfiança para o cliente. Para o usuário, tudo se resume a uma selfie e envio de documentos”, explica Rigotto.

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