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Lei de Defesa da Concorrência completa 10 anos garantindo competitividade

A Lei de Defesa da Concorrência, em vigor há 10 anos, é fundamental para a concorrência no Brasil, punindo cartéis. O Cade analisou 4,7 mil fusões e aplicou multas acima de R$ 500 milhões, protegendo o consumidor. Fique por dentro das novidades!
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) analisando casos de concorrência com base na Lei de Defesa da Concorrência.
A lei desempenha um papel central na saúde do mercado (Foto: Gustavo Fring/Pexels)

Em vigor desde 29 de maio de 2012, a Lei nº 12.529 de 2011, conhecida como Lei de Defesa da Concorrência (LDC), reformulou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e criou novos mecanismos para assegurar a competitividade entre empresas no Brasil. A norma é essencial para punir práticas abusivas como a formação de cartéis e proteger o consumidor.

Segundo Alexandre Cordeiro, presidente do Cade, a lei desempenha um papel central na saúde do mercado ao coibir práticas como o controle de preços combinado entre concorrentes. “Quando empresas deixam de competir, o consumidor é prejudicado. Um exemplo disso é o cartel, onde concorrentes se unem para fixar preços, limitando a escolha do consumidor”, explicou Cordeiro.

Resultados do Cade com a aplicação da LDC

Desde a implementação da Lei de Defesa da Concorrência (LDC), o Cade já analisou cerca de 4,7 mil atos de concentração econômica, incluindo fusões e aquisições, com um prazo médio de 29 dias por processo. Em casos emblemáticos, como a operação do metrô de São Paulo e do Distrito Federal, o órgão aplicou multas que ultrapassam R$ 500 milhões a 11 empresas envolvidas em cartéis.

Além de cartéis, outras práticas abusivas punidas pela lei incluem venda casada, descontos condicionados e contratos de exclusividade. Essas ações, segundo Cordeiro, muitas vezes são executadas por grandes empresas que dominam o mercado, restringindo as opções do consumidor.

Desafios futuros na defesa da concorrência

Com a robustez conferida pela Lei de Defesa da Concorrência (LDC), o Cade se tornou um órgão mais atuante na análise de fusões e na prevenção de monopólios. Contudo, novos desafios surgem no horizonte. “Precisamos pensar nos próximos objetivos do antitruste e nos preparar para as mudanças que estão por vir”, afirmou Cordeiro.

A Lei de Defesa da Concorrência continua sendo uma peça-chave para equilibrar o mercado brasileiro e proteger os direitos do consumidor. O Cade reforça sua missão de promover a livre competição, assegurando um ambiente mais justo para empresas e consumidores.

Com uma década de existência, a Lei de Defesa da Concorrência segue indispensável para combater práticas que prejudicam o mercado e garantir escolhas mais justas para os consumidores. Para se manter informado sobre o impacto dessa legislação, acompanhe as atualizações do Cade e os próximos passos na regulação da concorrência no Brasil.

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