Heineken abre ações para investidores brasileiros

Por meio dos BDRs, o investidor pessoa física pode investir em empresas estrangeiras sem a necessidade de enviar remessas de dinheiro para o exterior. Foto de Mehran B no Pexels

Ações da cervejaria holandesa, Heineken, e mais 15 empresas europeias passaram a estar disponíveis para investidores brasileiros que buscam diversificação da carteira por meio dos BRDS (recibos de empresas negociadas no exterior), ou Cerificados de Depósitos de Ações.

A B3, bolsa de valores do Brasil, oferece os ativos para negociação a desde o início da segunda-feira, 21, para atender a demanda de quem busca exposição a diferentes moedas e regiões. Os 16 novos BDRs são de empresas listadas nas bolsas de Amsterdã, Toronto e Londres e tem como intermediário o banco Bradesco.

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Por meio dos BDRs, o investidor pessoa física pode investir em empresas estrangeiras sem a necessidade de enviar remessas de dinheiro para o exterior. A modalidade está disponível para pequenos investidores desde outubro de 2020, quando a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) flexibilizou a regra de acesso ao produto que tem lastro em ativos listados fora do país, como ações de empresas e ETFs (fundos negociados em bolsa).

De acordo com as informações divulgadas pelo site Valor Investe, além da cervejaria holandesa — que irá investir R$ 320 milhões em suas unidades de produção no Estado de São Paulo para ampliar sua agenda de sustentabilidade e expandir sua produção —, rival da brasileira Ambev, os BDRs trazem para a B3 nomes conhecidos como o da Experian, dona da Serasa, Thomson Reuters Corporation, Tesco (setor alimentício em supermercados), o Royal Bank do Canadá, além da própria London Stock Exchange, que é a dona da bolsa de Londres.

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