A apresentação será em inglês, com tradução simultânea para o português. Foto de Christina Morillo no Pexels

A terceira edição da série de workshops promovidos pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, acontece na próxima quinta-feira, 20 de janeiro, às 13h30, sobre “geração distribuída”, com as tecnologias, mercado e modelos de negócio em torno do tema.

No evento serão apresentados o conceito sobre a tecnologia, modelos de negócios, segmentação de mercado e impulsionadores. Participam do seminário, Bill Gallery, Operations Officer na IFC e Patrick Doyle, Senior Investment Officer na IFC.

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A apresentação será em inglês, com tradução simultânea para o português. O seminário é aberto a todos os interessados, com acesso gratuito e transmissão ao vivo pela plataforma Noomis e pelo canal do YouTube da Federação.

O primeiro evento da série aconteceu em 16 de dezembro de 2021, e teve como tema “Introdução à Certificação EDGE: Construções Verdes para as Instituições Financeiras”. Na ocasião, foram debatidos assuntos como investimentos em construções sustentáveis, certificação EDGE e construções verdes para instituições financeiras.

O segundo, sobre “Agricultura inteligente para o clima”, aconteceu em 12 de janeiro deste ano e abordou os critérios para investimento em agricultura sustentável; elegibilidade de projetos e análise de riscos climáticos; financiamento inteligente para o clima com foco no crédito rural; metodologias para a estruturação de relatórios e exemplos de investimentos da IFC além da agricultura.

Os workshops foram definidos com os bancos associados à Febraban e ocorreram em colaboração com o IFC Green Banking Academy (IFC-GBAC) – fórum de capacitação focado nas necessidades de conhecimento das instituições financeiras; com palestrantes da IFC e convidados.

A parceria entre as duas entidades reafirma o papel essencial que as finanças sustentáveis assumiram na determinação da resiliência e da prosperidade dos mercados, inclusive nas economias emergentes. Nesse cenário, as instituições financeiras deverão incorporar políticas, processos e padrões de sustentabilidade não só como preparo à nova realidade, mas também para o aproveitamento das oportunidades de negócios no mercado de finanças sustentáveis.

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