Shell está de olho no setor eólico do RN e começa a discutir soluções com pesquisadores do ISI-ER

Em comunicado público sobre o lançamento, a empresa informou à época que a nova marca vai produzir e comercializar energia elétrica limpa por usinas solares e eólicas. (Foto de Narcisa Aciko no Pexels)
Em comunicado público sobre o lançamento, a empresa informou à época que a nova marca vai produzir e comercializar energia elétrica limpa por usinas solares e eólicas. (Foto de Narcisa Aciko no Pexels)

A Shell, maior multinacional de energia em operação no Brasil, desembarcou no Rio Grande do Norte esta semana em busca de soluções de P&DI – Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – em uma das frentes de expansão em que está de olho no país: a eólica offshore (no mar). 

Em comunicado público sobre o lançamento, a empresa informou à época que a nova marca vai produzir e comercializar energia elétrica limpa por usinas solares e eólicas, e energia de baixo carbono por térmicas a partir do gás, além de oferecer produtos ambientais como Certificados de Energia Renovável e compensações de carbono.

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“O objetivo é conhecer a experiência do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) em contribuição para o desenvolvimento tecnológico da área, agora que estamos publicamente posicionados também como empresa de geração de energias renováveis e não apenas de óleo e gás”, disse a gerente de Programa de Tecnologia para Soluções de Energia e Descarbonização da companhia, Camila Brandão, fazendo referência ao lançamento da Shell Energy Brasil, em setembro deste ano.

Esse é um passo, segundo a Shell, dentro do que chama de “ambiciosa meta de zerar as emissões líquidas da empresa até 2050” e que já inclui, por exemplo, investimentos anunciados em geração de energia solar.

“A empresa está fazendo uma migração gradual do seu portfólio, que não significa que vai eliminar a produção de óleo e gás, mas que pretende expandir a geração de energia elétrica no país e isso inclui a energia renovável em uma grande extensão. A meta é abater todas as emissões (de gases do efeito estufa) da empresa até 2050, desde as oriundas da própria operação até aquelas do consumo dos seus produtos pelos clientes”, disse Camila.

As declarações foram dadas após visita aos laboratórios do ISI-ER e conversa com a equipe de P&D em energia eólica do Instituto, em um tour técnico em que esteve acompanhada do gerente geral de Tecnologia da Shell no Brasil, Olivier Wambersie, e da gerente de Programa de Tecnologia Subsea and Topsides da companhia, Rosane Zagatti.

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