Indústria completa 11 meses consecutivos de alta no emprego

Mesmo o faturamento e as horas trabalhadas na produção, que registraram tendência de queda no primeiro semestre de 2021, permanecem bem acima do patamar de antes da crise de coronavírus. E em junho as horas trabalhadas cresceram, interrompendo sequência de quedas observada desde fevereiro.
Mesmo o faturamento e as horas trabalhadas na produção, que registraram tendência de queda no primeiro semestre de 2021, permanecem bem acima do patamar de antes da crise de coronavírus. E em junho as horas trabalhadas cresceram, interrompendo sequência de quedas observada desde fevereiro.

Os Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostram que a indústria fechou o primeiro semestre de 2021 melhor que antes da pandemia de Covid-19. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) cresceu novamente em junho e se encontra no maior patamar desde 2013.

O indicador apontou que são dois meses consecutivos de alta e quatro meses de UCI acima de 80%. O emprego industrial segue acumulando altas. Com o resultado de maio, são onze meses consecutivos de crescimento.

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Mesmo o faturamento e as horas trabalhadas na produção, que registraram tendência de queda no primeiro semestre de 2021, permanecem bem acima do patamar de antes da crise de coronavírus. E em junho as horas trabalhadas cresceram, interrompendo sequência de quedas observada desde fevereiro.

O faturamento da indústria caiu 0,9% em junho de 2021, após alta de 0,7% em maio, na série livre de efeitos sazonais. Desde o início do ano, o faturamento vem apresentando oscilação, com quedas seguidas de crescimentos em menor magnitude. 

No acumulado no primeiro semestre de 2021, o faturamento acumula queda de 3,5%. Apesar das retrações, o faturamento da indústria se encontra em patamar superior ao registrado antes da crise de covid-19.

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, as altas mensais do emprego vêm sendo significativas e o nível da UCI se mantém alto há vários meses.

“Os indicadores mostram que a indústria encerrou o primeiro semestre com uma atividade forte. A utilização da capacidade instalada cresceu da passagem de maio para junho, o que vem sendo traduzido em empregos. Já temos 11 meses consecutivos de crescimento nas contratações. Mesmo o faturamento e horas trabalhadas, que têm oscilado bastante, permanecem acima do registrado antes da pandemia”, explica Marcelo Azevedo.

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