Desenvolvimento profissional – Frustração no trabalho. Como tirar proveito? – Por Fábio Vinícius

*Coluna Semanal – Por Fábio Vinícius – 28/07/21

Saudações para ti!

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Quem nunca se frustrou no trabalho, atire a primeira pedra! Situação super normal e recorrente. E estou aqui para ti mostrar que além de ser algo que não é tão agradável, se sentir frustrado, é importante para o teu desenvolvimento pessoal e profissional.

Quantas e quantas vezes, tu esperaste aquele aumento de salário, de ter sua ideia aceita pela coordenação ou até mesmo, a tão sonhada promoção que não veio? O sentimento que era de esperança deu lugar a raiva, mágoa, ao desânimo.

Mas antes de tudo eu queria conceituar o sentimento de frustração para que tu possas entender e aí sim, eu poder te explicar como poderás obter ganhos no momento em que a sensação de frustração “bater no teu peito”. Vamos lá, continue lendo!

A frustração é um estado emocional, onde uma pessoa que estava sendo levada por um ímpeto de motivação em direção a um objetivo, teve por algum motivo o impedimento de concretizar algo que lhe daria satisfação e prazer.

Mas nem tudo está perdido, porque a frustração serve para pensares em tuas atitudes antes de depositares todas as tuas fichas de esperança, em algo que não depende totalmente da tua vontade e sim de critérios elencados por outra pessoa. Focar naquilo em que não podes controlar é perda de energia e tempo.

Aprenda a encarar o erro como aprendizado. É errando que terás o feedback para mudar de estratégia e continuar seguindo até conquistares o resultado desejado, pois o esforço será sempre maior na busca pelo objetivo.

Portanto, identificar as situações que te frustram é o primeiro passo para saberes lidar com isso. E o passo seguinte seria mudar pensamentos e ações, além de tirar proveito dos acontecimentos “negativos”.

Aprender a lidar com a frustração não só no trabalho mas na vida, é um gesto de amor interno, pois não há sensação mais prazerosa quando estamos de bem conosco.

Até a próxima quarta, compartilhe!

Um beijo no seu coração, tchau!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Economic News Brasil.

 

 

 

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