Mais de 34% dos empresários brasileiros pedem empréstimos para capital de giro

Conforme foi apontado pelo levantamento, depois do capital de giro, o segundo maior motivo para a aquisição de empréstimos é a abertura de novos negócios (23,5%), em seguida o pagamentos de dívidas (18,9%), e o investimento em estoque (15,1%).
Conforme foi apontado pelo levantamento, depois do capital de giro, o segundo maior motivo para a aquisição de empréstimos é a abertura de novos negócios (23,5%), em seguida o pagamentos de dívidas (18,9%), e o investimento em estoque (15,1%).(Foto de Andrea Piacquadio no Pexels)

A pandemia da covid-19 afetou desde os micro aos grandes empreendimentos, em todo o país. Uma recente pesquisa feita pela empresa especializada em empréstimo pessoal e meio de pagamento, a Lendico, apontou que 34,5% dos empresários solicitam créditos para capital de giro. Os dados do levantamento são referentes ao período de janeiro de 2020 e abril de 2021. 

Conforme foi apontado pelo levantamento, depois do capital de giro, o segundo maior motivo para a aquisição de empréstimos é a abertura de novos negócios (23,5%), em seguida o pagamentos de dívidas (18,9%), e o investimento em estoque (15,1%). O uso para pagamento de funcionários foi respondido por apenas 1,3%.

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Segundo 37,8% dos entrevistados, a empresa na qual o valor do empréstimo seria investido existe há menos de 1 ano. Para 20,2%, o negócio tem mais de 2 anos de atividade. Mais de 87% dos entrevistados afirmaram que o negócio para o qual solicitaram o crédito continua funcionando.

As microempresas são predominantes na pesquisa (77,4%). Quanto aos setores de atuação, prestação de serviços é o mais presente (31%), seguido por alimentação (20,5%) e varejo (17,6%). Valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil foram os mais solicitados (37,8%), seguidos pelos pedidos de até R$ 5 mil (32,8%) e de R$ 15 a R$ 20 mil (15,1%).

Quanto à busca por crédito, a pesquisa é dividia: 49,8% o fizeram pela primeira vez, enquanto 50,2% admitem já ter solicitado crédito anteriormente. Desses, 51,3% já tinham utilizado o serviço em instituições financeiras online.

Para 30,3% dos pesquisados, a busca por empréstimos online e sem garantia se deve a melhores taxas, enquanto 25,2% o escolhem pela facilidade de não ir a uma agência bancária ou loja, e 15,5% explicam que não tinha ou não queriam dar bens como garantias.

Em relação às atuais vantagens de empreender, 42% dos entrevistados afirmam que a principal é “trabalhar com aquilo que gosta”. Já para 23,8%, é “não ter limite de ganhos” (23,8%), seguido por “seguir minhas próprias regras” (9,6%). No entanto, 6,7% dos respondentes admitem não ver vantagens no momento.

A faixa etária dos solicitantes é bastante diversa, mas é liderada por empresários com idade entre 26 e 35 anos (43,7%), seguida dos entre 36 e 45 anos (31,5%) e entre 46 e 59 anos (17,2%). No entanto, os jovens empreendedores entre 18 e 25 anos (6,7%) também estão buscando novas formas de se capitalizar. 

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