Duratex muda nome para Dexco e anuncia investimentos de R$ 2,5 bilhões para os próximos três anos

Além da mudança de nome, a empresa anunciou também um plano de investimentos adicionais para os próximos três anos, no valor de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, que será dividido em diversos projetos.
Além da mudança de nome, a empresa anunciou também um plano de investimentos adicionais para os próximos três anos, no valor de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, que será dividido em diversos projetos.(Foto de Lukas no Pexels)

Visando expandir sua capacidade de produção de painéis de madeira, revestimentos cerâmicos, louças e metais sanitários, a Duratex anunciou ao mercado que mudou seu nome para Dexco. A companhia, que foi criada há 70 anos sob a marca Duratex, afirmou que seu nome no pregão da B3 (B3SA3) passará a ser Dexco, com ticker DXCO3, a partir de 19 de agosto.

Além da mudança de nome, a empresa anunciou também um plano de investimentos adicionais para os próximos três anos, no valor de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, que será dividido em diversos projetos. Deste total, R$ 500 milhões serão destinados para a divisão Madeira, que o principal negócio da companhia. 

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Na Divisão Madeira, serão aplicados R$ 90 milhões para aumentar em 10% a capacidade de produção de painéis até 2023 e R$ 180 milhões em três novas linhas de revestimento de painéis, aumentando em 45% a capacidade em produtos revestidos, de maior margem.

Outros R$ 1,1 bilhão será investido na Deca. Nesta divisão será ampliada a capacidade de produção de metais em 35% até 2024, com investimento de cerca de R$ 600 milhões, enquanto a linha de louças receberá um aporte de aproximadamente R$ 550 milhões. Os recursos serão destinados para a compra de equipamentos, automação de processos e ampliação de galpões das fábricas de São Paulo e Jundiaí.

Ainda serão destinados R$ 600 milhões para uma nova fábrica de revestimentos cerâmicos. Este novo investimento representará um Incremento de capacidade de 35%, o equivalente a 42 milhões de m² em pisos e azulejos. R$ 100 milhões na aquisição de fatia minoritária da rede ABC da Construção, R$ 100 milhões em fundo de “venture capital” e R$ 100 milhões em aportes pontuais.

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