*Coluna Semanal  – Por Thiago Façanha – 02/04/21

 

FIEC
fico
rpb-1
O livro de hoje é um clássico brasileiro sobre Gestão de Luxo. Escrito pelo consultor brasileiro Carlos Ferreirinha, que é referência do assunto no mundo.
 
Uma leitura rápida, fácil e dinâmica, assim como imagino Ferreirinha. Na verdade o livro mais parece um bate papo, uma troca de ideias com ele. Achei sensacional e recomendo para todas as empresas que trabalham com pessoas (ou seja, todas) independente de serem do Mercado de Luxo ou não. Nesse livro pude aprender coisas fantásticas como:

– Muitos consumidores brasileiros estão buscando o fast class (Glamour Rápido) e por isso estão dispostos a pagar por um produto com logo em destaque.

– Em produtos de alto luxo quanto menor a marca mais caro o produto. Quando a marca aparece muito ou aparece mais o preço desse produto vai caindo. Na Mercedes por exemplo, os seus modelos mais baratos tem logo maior e seus modelos mais caros tem a logo menor.

– As empresas de massa estão lutando pelo tranding-up, ou seja, querem a qualquer custo tornar seus produtos premium.

– O consumo não ocorre apenas pelo estilo de vida e sim pela ocasião. E o estilo de vida esta cada vez mais minimalista, moderado e clean.

– São Paulo e Rio de Janeiro estão entre as 5 cidades do mundo que geram mais selfies.

– As marcas estão cada vez mais no gender(Sem gênero).

– Até então éramos vistos pelo o que nos vestíamos. E agora, cada vez mais, vamos ser vistos pelo o que nos alimentamos. Crescimento do movimento “Farm to Table

– Esse século vai se firmar como o século do design.

– Os dados dos clientes passam a ser o novo petróleo e poderão até fazer parte do balanço das empresas.

– Quanto mais viajamos, mais exigentes nos tornamos. E o público brasileiro tem viajado bastante.

– Luxo é criar um sonho que perdure.

– O consumo não ficou mais barato mas a escolha passou a ser mais criteriosa.

– Produtos suprem necessidades, experiências suprem desejos.

– Hoje a idade já não importa tanto no comportamento do consumidor.

– Geração C: Não diz respeito a data de nascimento, mas sim ao seu comportamento nos ambientes digitais.

– A proporção de homens que compram produtos de luxo é praticamente a mesma de mulheres.

– Temos que olhar a prosperidade econômica que estávamos mas também a prosperidade psicológica.

Dentre muitos outros ✅

Amig@s, se está aqui na coluna é porque vale a pena a leitura. Que tal aproveitar esse título e se dedicar nessa Semana Santa?

Abraços!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Economic News Brasil.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui