Estratégia para implantar a Governança Corporativa – Por Sávio Maia

*Coluna Semanal – Por Sávio Maia – 01/04/21

Quando pensamos em implantar a governança, pensamos “por onde começar?” qual metodologia e todas as etapas necessárias para iniciar um projeto dessa complexidade. Muitas vezes o que fazer é uma incógnita… Não para quem vai ajudar a implantar, mas os proprietários têm muitas dúvidas.

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O primeiro ponto é que não existe receita de bolo. Entendemos que para cada empresa há uma estratégia de implantação. Às vezes temos que avançar em pontos estruturais para alcançar a governança ou adequar determinadas ferramentas de gestão para iniciar. De uma coisa, temos certeza: temos que fazer fazendo. Quando atendemos questões práticas da gestão ou dores específicas da empresa ou da família, temos mais probabilidade de ter sucesso.

Em segundo, preparamos um diagnóstico prático e profundo conhecendo o modelo de gestão, cultura, aderência e limitação das informações, estratégias, meritocracia. Tal levantamento identifica pontos de melhorias e pontos fortes da companhia. Essas reflexões são analisadas diante do objetivo da implantação da governança. Cada objetivo, como captação de recurso, melhoria da gestão ou da sustentabilidade do negócio, demandará prioridades de implantação diferentes. Atrelar essas prioridades à cultura da empresa e ao grau de maturidade da gestão permite a construção de uma matriz de riscos do projeto, definindo assim pontos críticos de sucesso.

Com a definição do objetivo, das reflexões de melhorias e fortalezas, da matriz de risco do projeto com as prioridades e análise da cultura e maturidade da organização, podemos traçar a estratégia de implementação. A estratégia definirá uma linha de trabalho com cronograma das atividades a serem realizadas, com os marcos de entregas e avaliação do processo de implantação.

Fazer fazendo! Transformar este plano de trabalho em ações práticas, ou seja, tirá-lo do papel e colher os resultados são os desafios que apresentaremos nos próximos passos…

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Economic News Brasil.

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