Foi um bom negócio para o Facebook a compra do Instagram?

Foi investido capital inicial de US$ 500 mil, levantado por um dos sócios, para o início do negocios.

Foi um bom negócio para o Facebook a compra do Instagram?

Em 9 de abril de 2012, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou em seu perfil na rede social a compra do Instagram, aplicativo gratuito que permitia postar e colocar filtros em fotos, por “apenas” US$ 1 bilhão.

Em 2018, o Instagram bateu 1 bilhão de usuários ativos. Já em 2020 os dados apontam que cerca de 500 milhões de pessoas acessam seus perfis por dia. Ou seja, a média é de 500 milhões de usuários ativos por dia!

Hoje, a plataforma está avaliada em mais de US$ 200 bilhões.

No Brasil

O Instagram é bastante popular no país.

Em 2015 a presença de brasileiros na plataforma era maior do que a média global, 55% dos usuários de internet estavam presentes na rede social de fotografias, mais do que a média global de 32%. Em 2016, esse número subiu para 75%, mais do que os 42% da média global do mesmo ano.

Segundo especialistas, um dos motivos para a grande presença de brasileiros em mídias sociais e aplicativos como o Instagram é a combinação de um país bastante social com uma crescente na compra de smartphones.

Curiosamente, não se trata apenas de uma rede social utilizada pelos jovens, pois 57% dos usuários brasileiros de internet na faixa dos 55 aos 65 anos também usam o aplicativo.

Influenciadores Digitais

Grandes celebridades chegam a cobrar altos valores para postar uma foto promovendo um produto. Como, Kylie Jenner, uma personalidade da mídia norte-americana, que chegou a cobrar US$ 1 milhão.

A Empresa

A desenvolvedora do aplicativo foi aberta por Kevin Systrom, filho de um magnata dos EUA, e Mike Krieger, filho de uma bem sucedido empresário do ramos de bebidas destiladas, também desenvolvedores do software, com aporte de US$ 500 mil levantado por Kevin. A empresa não havia recebido financiamentos de terceiros até fevereiro de 2011, quando anunciou que estaria recebendo US$ 7 milhões em aporte financeiro proveniente de inúmeros investidores, incluindo Benchmark Capital, Jack Dorsey, e D’Angelo Adam.

O aplicativo foi originalmente disponível apenas para o iPhone, iPad e iPod Touch. Mas, em 3 de abril de 2012, foi disponibilizado para a plataforma Android, do Google, e um dia depois atingiu cerca de um milhão de downloads. Na mesma semana, a companhia levantou US$ 50 milhões do capital de risco para uma parcela da empresa que valorizava em US$ 500 milhões. Nos próximos três meses foi avaliado mais de 1 milhão de vezes no Google Play, sendo o quinto app a atingir 1 milhão nas avaliações no GP americano. Em 9 de abril de 2012, foi vendido ao Facebook em uma transação bilionária, em ações e dinheiro.

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