Venda de aeronaves da Embraer ao Irã pode não decolar

Venda de aeronaves da Embraer ao Irã pode não decolar

As fabricantes de aeronaves de todo o mundo sofrem com a crise em função da pandemia pelo novo coronavírus. Só a norte-americana Boeing demitiu mais de 13 mil funcionários em virtude dos cancelamentos dos pedidos mundiais.

No Brasil, o embaixador do Irã, Hossein Gharib, disse na última semana estar “com o cartão no bolso”, isto é, pronto para comprar os aviões da companhia brasileira.

Em Brasília, membros do Planalto dizem que dificilmente o governo vai se esforçar para que o milionário negócio aconteça. O que pesa são as sanções impostas pelos americanos que já impediram a venda de 50 jatos modelo E195 da Embraer ao Irã ainda em 2016, negócio que girava em torno de US$ 1 bilhão.

Sucatas

Por conta do embargo, as companhias iranianas operam com aeronaves muito antigas, que comprometem a segurança, como Fokker 100, Airbus A300 e outras.

Diante da polêmica, e sem pedidos há bastante tempo, não deve decolar a venda de mais de 150 novas aeronaves às companhias iranianas.

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