FIEC defende funcionamento parcial de setores essenciais da indústria

FIEC defende funcionamento parcial de setores essenciais da indústria

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) divulgou hoje (6/4) comunicado defendendo funcionamento com retorno parcial das atividades essenciais da indústria, como a dos setores têxtil, de confecção, de alimentos, fármacos e químicos, para produção de insumos e equipamentos de proteção individual (EPIs) para suprir a demanda da sociedade e dos profissionais de saúde e hospitais.

O comunicado, assinado pelo presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, lembra que a federação tem acompanhado e contribuído com o Governo do Estado, de forma permanente, nas ações de enfrentamento ao coronavírus. A FIEC ressalta a responsabilidade com os trabalhadores das indústria e reforça o compromisso de seguir, ao lado do Estado, na busca por um diálogo consistente que leve a uma tomada de decisão coletiva, onde todos sejam beneficiados.

“Na última semana, montamos uma força-tarefa para que não faltassem EPIs (equipamentos de proteção individual), sobretudo, para profissionais da saúde e hospitais. Estes componentes, que são fabricados pela indústria, já começaram a faltar nas unidades, segundo informações do setor hospitalar no Ceará. Ao liberar a indústria têxtil, e de confecções e roupas, seria possível reverter esse cenário, garantindo a fabricação de tais insumos. Nossa indústria atenderia à demanda interna, ao invés de buscar comprar esses produtos fora do país, onde a escassez já é a realidade. Outros setores industriais, que estão sendo demandados para equipar unidades de saúde e para assegurar a qualidade de vida das famílias, também seriam essenciais neste momento crucial da nossa história”, disse o presidente no comunicado.

Confira o documento.

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