Elon Musk proíbe que funcionários da SpaceX usem o aplicativo Zoom

Recentemente, o portal The Intercept disse que os vídeos do Zoom não são criptografados de ponta a ponta e informou que a companhia tem acesso as teleconferências realizadas.

A SpaceX, empresa do bilionário empreendedor Elon Musk, divulgou comunicado com instruções aos seus funcionário para não usarem o aplicativo Zoom para videoconferência. Motivo? A preocupações com a segurança e privacidade.

O aplicativo estava sendo muito utilizado devido as orientações de isolamento social por causa do novo coronavírus (Covid-19). A SpaceX trabalha como parceira no desenvolvimento de transporte espacial para ministério da defesa americano e por isso é considerada essencial, podendo continuar operando durante a pandemia.

No último dia 28, a empresa havia enviado um e-mail aos seus funcionários, no qual comunicava que o uso do aplicativo de comunicação digital deveria cessar imediatamente. A SpaceX ainda reforçou aos seus colaboradores que passassem a usar meios simples, como telefone ou e-mail, para manter a comunicação.

Na última segunda-feira (30) a Agência Federal de Investigação (FBI), informou que duas teleconferências escolares, haviam sido invadidas por anônimos, no Zoom. Diante disso, a Agência indicou que os usuários do aplicativo não divulgassem ou compartilhassem os links das conferências.

“queremos começar pedindo desculpas pela confusão que causamos ao sugerir incorretamente que as reuniões do Zoom eram capazes de usar criptografia de ponta a ponta. O Zoom sempre se esforçou para usar a criptografia para proteger o conteúdo no maior número possível de cenários e, nesse espírito, usamos o termo criptografia de ponta a ponta”, disse a empresa em comunicado.

Ações

Diante da pandemia do coronavírus (Covid-19), as ações da empresa estão entre as poucas que cresceram em 2020 enquanto o mercado financeiro desabou globalmente.

Fonte: Nasdaq

 

O pico de valorização das ações da companhia foi de 125 dólares, registrado no dia 5 de março, quando as bolsas de diversos países, como o Brasil e os Estados Unidos, já sofriam os efeitos negativos da pandemia. Desde o início de janeiro, suas ações já acumulam alta de 80%.

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