A digitalização é um caminho sem volta e os grandes bancos brasileiros já estão se encaminhando para essa nova era digital, fechando agências e demitindo. Além da concorrência com as fintechs, como Nubank, Banco Inter, C6 e outras, contribuem para essa situação as recentes mudanças regulatórias, como o limite de juros no cheque especial de 8% ao mês.

Ao todo, já foram 430 agências encerradas e mais de 7 mil pessoas demitidas. Entretanto, vale lembrar que muitos destes funcionários aderiram a programas de demissão voluntária (PDVs) disponibilizado pelos bancos.

Não somente a concorrência com as fintechs, mas o próprio processo de digitalização do Itaú, Santander e Bradesco vem fazendo com que os profissionais não sejam mais necessários. O Santander até já anunciou a eliminação dos caixas físicos permanecendo só os eletrônicos.

Concorrência

Outro forte motivo do fechamento das agências é a competitividade. Dessa forma, as instituições também poderão reduzir as tarifas para os clientes e concorrer com as taxas (ou sem taxas) das fintechs.

Produtos sem anuidade

Milhares de clientes já trocaram suas contas em bancos tradicionais por contas digitais. Quando se trata de cartão de crédito, quantas pessoas já aboliram os cartões tradicionais, com elevadas taxas de manutenções, pela anuidade zero dos novos cartões oferecidos pelas fintechs? As pessoas estão mudando seus hábitos e reduzindo custos. O marketing dos cartões Gold, Exclusive, Infinity e outros, não cola mais.

Buscando seguir o ciclo do mercado, os bancos tradicionais também criaram produtos parecidos com os das fintechs, como o cartão de crédito Santander Free, o Digio (parceria entre Bradesco e Banco do Brasil) e o Next (Bradesco). Eles também começaram a oferecer contas digitais e sem tarifas, como a Superdigital do Santander, a BB Conta Digital, a conta Next do Bradesco e a conta iti do Itaú.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui