INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AVANÇA E FACILITA PROGRESSOS


A interação humana, essa do olho no olho e da troca de empatia com o outro, é desafiada por uma invenção da humanidade: a máquina treinada para pensar como os seres humanos, mas que olha a vida de outro jeito. Os robôs foram tirados da ficção científica e trazidos para o mundo real. Alguns são chamados humanoides, projetos ainda bem distantes de seres humanos.

A inteligência artificial, na maioria das vezes, está dentro de máquinas, computadores e aplicativos, trabalhando em silêncio. E não se percebe que ela existe e está no mundo inteiro.
Imagine um avião andando numa pista sem o comando de um piloto. Isso já é possível. A inteligência artificial comandou um avião que circulou sozinho numa pista, no interior de São Paulo.

O engenheiro Rafael Cunha criou um robozinho para ajudá-lo a fazer um trabalho que ele já não conseguia fazer direito. E que o robô, com inteligência artificial, faz muito melhor que qualquer ser humano.

“Na aeronave, a gente tem 200 mil rebites, que são elementos de ligação entre peças na fuselagem. Nosso dever como inspetor é ir lá e checar se tudo isso daqui está ok. Um inspetor vai passando a lanterna e ele vai avaliando, um por um, se ele está íntegro ou não. Então, nesse caso aqui, nós já temos um rebite que não passaria nesse teste”, explica.

O cérebro artificial é como um programa de computador, só que faz tarefas associadas a humanos. Ele usa o algoritmo, uma fórmula matemática para resolver problemas. E a máquina aprende a tomar decisões inteligentes com os dados fornecidos.

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