https://drive.google.com/uc?export=view&id=1hSvRnOpLiy7zA2Krc9pSUL-5Jh_DeUla
O desabamento do Ed. Andrea, em Fortaleza, foi pauta no noticiário nacional da semana. Sobre o assunto, ao nosso portal, o empresário do mercado imobiliário, Arthur de Castro, fez o seguinte comentário: “Com o fim do resgate da tragédia do desabamento, registro os meus parabéns ao governador, prefeito, Cmte do Corpo de Bombeiros e aos que se dedicaram diuturnamente sem medir esforços. As famílias agora terão de iniciar uma nova via Crucis: enfrentar os processos de inventário. Será justo o Estado cobrar o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) dos sucessores dos falecidos? Senhores Deputados, cabe um Projeto de Lei (PL)?”. 
 
Realmente, pelo que consta, faltou atenção por parte dos entes públicos com relação a inspeção predial. Então, algo deve ser feito pelo passado que não volta e pelo futuro, para que fatos semelhantes não voltem a acontecer. 
 
Sobre o mesmo assunto, o executivo Geraldo Luciano, vice-presidente de investimentos do grupo M. Dias Branco, complementou: “ A prefeitura poderia negociar com construtoras uma outorga onerosa onde a empresa vencedora em vez de pagar a prefeitura, doaria aptos aos que perderam seus imóveis. 
Obviamente através de um processo licitatório”. 
 
Segundo dados da Procuradoria do Estado do Ceará, em 2018, foram arrecadados R$ 68 milhões referentes ao ITCMD. Em 2019, espera-se que este valor suba para R$ 100 milhões. 
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