https://drive.google.com/uc?export=view&id=1lx6keV_cvioFSNUgDYFokceiABfgj3-q

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acertou com centrais sindicais, confederações patronais (como CNI , CNC , CNA e CNT) e federações, como a Febraban, a apresentação de uma proposta de emenda constitucional (PEC) para discutir a reforma sindical. A intenção dos trabalhadores, ao procurar Maia, é se antecipar à reforma sindical em elaboração pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. 

O governo montou um grupo de juristas, economistas e técnicos para elaborar uma proposta até o fim do ano e deixou de fora os sindicatos. O coordenador do grupo, o secretário do Trabalho, Bruno Dalcomo, prometeu aos sindicalistas ouvir sugestões, mas eles não terão direito a decidir na confecção do texto. 


Marinho estaria se espelhando no modelo americano, de um sindicato para cada empresa, estrutura completamente diferente da brasileira, onde as entidades representam categorias por município ou região, como os metalúrgicos de São Paulo ou os motoristas de ônibus do ABC. 


No modelo dos Estados Unidos, os funcionários do Banco do Brasil se uniriam em um sindicato exclusivo, por exemplo, sem a participação dos empregados de outros bancos. O governo sinalizou com o pluralismo por empresa. Assim, no Brasil poderia haver a grande descentralização sindical.  

Paralelo, o governo também estuda nova reforma trabalhista com a exclusão da multa do FGTS e outros pontos polêmicos como forma de diminuir o custo de contratação para estimular a ocupação de vagas de trabalho através da CLT.

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