IMPOSTO ÚNICO PODERÁ CRESCER A INFORMALIZADA, DIZ FLÁVIO ROCHA

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Figura central do Instituto Brasil 200, grupo que reúne empresários bolsonaristas, o presidente do conselho da Riachuelo, Flávio Tocha, afirma que as propostas de reforma tributária encampadas pelo governo federal e pelo Congresso Nacional - que envolvem a criação de diferentes versões de um IVA (Imposto sobre Valor Agregado) sobre o consumo - vão "empurrar setores maciçamente para a informalidade". 

Para o empresário, as demais propostas de reforma tributária têm fragilidades. Uma delas, segundo ele, seria a noção de que o IVA simplificaria o sistema. "Uma coisa é você fiscalizar a Ambev, outra é fiscalizar milhares de botequins espalhados pelo Brasil."

Em relação à proposta de Imposto Único de 2,5% do Instituto Brasil 200 - porcentual que, segundo críticos como o economista Bernard Appy, seria insuficiente para compensar a arrecadação atual -, Rocha diz que o grupo está disposto a elevar a cobrança sobre movimentações financeiras aos poucos. "Podemos testar para ver até que medida esse imposto será eficiente." 

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(PEGN) 

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