CONCORRÊNCIA DESLEAL COM A INDÚSTRIA BRASILEIRA

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1Qlxe7uD-4RHuf_3t6pyHHgs-6QiJbz2D
A indústria brasileira avalia que a flexibilização das regras para redução de tributos de importação é o primeiro passo da abertura comercial. A preocupação é a de que as novas normas abram o leque de importação não apenas para maquinário pesado e para a produção, como é hoje, mas também para bens de consumo final, como celulares e laptops. 

“A primeira interpretação que tivemos foi a de que a facilitação para ex-tarifário está fazendo uma abertura velada da economia. Guedes nos garantiu que a abertura seria feita gradualmente, junto com as reformas que tem de ser feitas, e não de uma vez”, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato. Ele afirma que a importação de equipamentos sem impostos pode gerar uma “concorrência desleal” com a indústria local. 

Pouco antes da publicação da portaria, Bolsonaro divulgou que o governo estudava reduzir de 16% para 4% a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares.

(PEGN) 

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