https://drive.google.com/uc?export=view&id=17F6P_uGtyYCtU_uMdYziqvT7WOpu6uSY

Os fãs de ficção científica sonharam há muito tempo com dispositivos portáteis que diagnosticam doenças e enfermidades com uma rápida varredura do corpo. Essa tecnologia agora está próxima da realidade, com o advento de algoritmos que podem analisar gravações de vídeo, texto e áudio para identificar padrões sutis ou anomalias que os olhos e ouvidos humanos não conseguem registrar. Embora a fenotipagem digital possa capacitar as pessoas, ela também poderia ser usada para rastrear passivamente populações sem o seu consentimento ou conscientização. Câmeras de segurança e vigilância tornaram-se um fato da vida nas cidades, centros de transportes, escritórios e até escolas. Em breve, será possível que esses sistemas capturem mudanças em nossa saúde física e mental sem que saibamos disso.

A disseminação de dispositivos digitais que rastreiam nossos padrões de comportamento pode até mesmo estar pronta para mudar o campo da psiquiatria, escreveu Amit Etkin, professor associado de Psiquiatria e Ciências Comportamentais da Universidade de Stanford, recentemente em artigo. O que empresas, governos ou terceiros fazem com esses dados abrirá uma nova fronteira nos já complicados debates sobre privacidade de dados e direitos digitais.
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