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O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou hoje que o governo deve liberar o recurso de contas ativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para saque como forma de estimular a economia. A declaração foi dada logo depois do anúncio da queda do PIB (Produto Interno Bruto) em 0,2%. 

“Vamos liberar PIS/Pasep, FGTS, isso que é importante. Isso é muito em breve, assim que saírem as reformas”, afirmou depois de reunir-se com deputados do partido Novo no ministério. “Gostaríamos de disparar hoje, mas fomos examinar também o FGTS e aí o FGTS atrasou um pouquinho o PIS/Pasep. De repente, é melhor soltar tudo junto”, afirmou.

Questionado sobre quando será feita a liberação, o economista disse que em 3 ou 4 semanas haveria uma “aceleração” no anúncio de medidas. Depois, disse que “não controla o timing” e que “não batemos o martelo ainda”. Guedes afirmou ainda que as explicações sobre como se darão as liberações serão dadas pelas equipes técnicas do ministério quando ocorrerem os anúncios oficiais.

“O problema é que se você abre essas torneiras sem as mudanças fundamentais, é o voo da galinha. Você voa 3, 4 meses porque liberou, depois afunda tudo outra vez. Mas na hora que você fizer as reformas fundamentais, e aí sim você libera isso, é como se fosse a chupeta de bateria. A bateria está parada, você dá a chupeta, mas tem a certeza de que o carro vai andar”, explicou.

O FGTS é uma conta aberta na Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho. Nela, os empregadores depositam, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de seus contratados.

(Poder 360)

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