https://drive.google.com/uc?export=view&id=1bBl2MTbYJOk9LBKP6YTk_gQwJTN8pE2y

O presidente Jair Bolsonaro interferiu ostensivamente na Petrobras contra o aumento do diesel e sua atitude, sem o aval do ministro da economia, Paulo Guedes, causou prejuízo a estatal petrolífera de R$ 32,4 bilhões em valor de bolsa, conforme informou a Folha. Pensando na popularidade e no acordo com os caminhoneiros, foi o que pesou para cancelar as 22h o aumento que teria sido anunciado as 17h, abalando todo o mercado por uma gestão que prega o liberalismo e diminuição do estado. O barril do petróleo está em alta no mercado internacional e não tem previsão de baixa. Assim, como ficará essa “determinação” que, internamente, sabem que não vai ter como segurar o aumento no curto prazo? Foi no mínimo incoerente quando se prega a autonomia do Banco Central. Não é aceitável o poder público intervir em uma empresa de capital aberto como se ela fosse 100% estatal e sem acionistas à dar satisfação. Em entrevista, quando questionado sobre a medida contra o aumento “o presidente respondeu que não era economista”. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), instituição que regula o mercado brasileiro de ações, está cobrando explicações sobre o recuo na divulgação do aumento que causou forte queda nas ações da empresa do dia de hoje. A CVM investiga, ainda, se algum investidor obteve informação privilegiada. Vale salientar que o fato não é aumentar o diminuir o valor do combustível, o fato é que se deve respeitar as regras do mercado e os acionistas minoritários que sejam. É muito fácil dizer que “tinha que segurar mesmo o aumento”, mas não é a forma legal de agir. E porquê não privatizar logo? Só o consumidor sairá ganhando. 

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